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A corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira, condenada pelo Tribunal do Júri a 28 anos de prisão pela morte da estudante Luísa Lopes, foi conduzida por policiais de sua residência até uma delegacia na tarde desta quinta-feira (6), em cumprimento à decisão judicial.
De acordo com informações repassadas pela defesa, equipes policiais foram até a casa da condenada para executar a determinação expedida após a conclusão do julgamento.
Em entrevista à TV Vitória, o advogado Luís Guilherme afirmou que Adriana não ofereceu resistência ao cumprimento da ordem judicial. Segundo ele, antes de deixar a residência, ela se despediu do marido e do filho e, em seguida, foi levada em uma viatura descaracterizada. Ainda conforme o defensor, uma segunda viatura permaneceu responsável pela escolta.
"Ela não apresentou resistência. Assim que recebeu a sentença, se arrumou, se despediu do marido e do filho, e logo em seguida os policiais chegaram. Ela já estava pronta para ser levada", declarou o advogado.
A defesa informou ainda que, durante a sessão do Tribunal do Júri, Adriana teria acompanhado os votos dos jurados. Em razão desse episódio, foi apresentado um pedido de nulidade do julgamento, posteriormente rejeitado pelo juízo.
"Infelizmente, devido a um acontecimento, a Adriana acabou acompanhando o voto dos jurados. Isso motivou um pedido de nulidade do julgamento pela defesa, mas o requerimento foi indeferido pelo juízo", afirmou Luís Guilherme.
Segundo a defesa, a condenação será contestada por meio dos recursos previstos na legislação.
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