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A eleição para o Senado no Espírito Santo chega a um momento de forte indefinição em relação a uma das duas cadeiras que estarão em disputa em 2026. Levantamento mais recente do Instituto França, divulgado nesta segunda-feira (7), indica que uma parcela expressiva do eleitorado ainda não decidiu qual será seu segundo voto.
O cenário é diferente quando se observa a primeira vaga. Renato Casagrande (PSB) aparece à frente dos demais nomes na pesquisa, enquanto a disputa pela segunda cadeira permanece pulverizada entre diferentes candidaturas.
Entre os nomes que aparecem no grupo competitivo estão Fabiano Contarato (PT), Serginho Meneguelli (PSD), Evair de Melo (Republicanos), Rose de Freitas e Maguinha Malta (PL). A alternância entre os candidatos nas posições seguintes evidencia, segundo os números apresentados pelo levantamento, um quadro ainda aberto.
O dado mais expressivo, contudo, está entre aqueles que ainda não definiram sua escolha. Somados os eleitores indecisos aos que afirmam pretender votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum candidato, o contingente chega a 50,91%.
Em julho, esse mesmo agrupamento correspondia a 46,79%, segundo a pesquisa citada. A variação indica que, neste momento da corrida eleitoral, a definição do segundo voto permanece distante de uma consolidação.
Como a eleição para o Senado em 2026 permitirá a escolha de dois candidatos, a elevada parcela de eleitores sem uma segunda opção definida mantém aberta a disputa por uma das cadeiras e deixa espaço para alterações no quadro à medida que a campanha avance.
CENÁRIO NO DISTRITO FEDERAL
O Instituto França também realizou levantamento no Distrito Federal, onde a corrida pelo Senado apresenta outro desenho.
Na pesquisa espontânea, Michele Bolsonaro aparece na primeira posição, com 19,38% das intenções de voto, seguida por Leila do Vôlei, com 10,08%.
Na sequência, aparecem Bia Kicis, com 8,53%, e Erika Kokay (PT), com 5,81%.
O levantamento no Distrito Federal ouviu 2.253 pessoas entre 27 de agosto e 1º de setembro. Os resultados integram um retrato momentâneo da disputa e, como ocorre com pesquisas eleitorais, refletem as intenções manifestadas pelos entrevistados no período em que os dados foram coletados.
No Espírito Santo, os números apresentados pelo instituto reforçam sobretudo um aspecto: embora haja um nome em posição mais confortável na corrida, a composição da segunda vaga permanece sem definição clara entre o eleitorado.
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