O deslocamento de Eduardo e Camilly Carvalho até um hospital de Vitória ganhou a participação de equipes policiais depois que o casal encontrou dificuldades para avançar pelo trânsito enquanto a gestante estava em trabalho de parto. O episódio aconteceu em 6 de agosto, quando os dois saíram de Itaparica, em Vila Velha, com destino à unidade de saúde.

De acordo com Eduardo, o trabalho de parto havia evoluído durante o trajeto. Ao deixar o condomínio onde o casal mora, ele precisou interromper momentaneamente o percurso e parar o carro na calçada enquanto aguardava uma nova contração da esposa.

Nesse momento, uma viatura da Polícia Militar se aproximou e os policiais perguntaram se o casal precisava de ajuda. Eduardo relatou que os agentes orientaram que ele seguisse a viatura, que passaria a abrir caminho para facilitar a passagem do veículo diante do trânsito.

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O percurso até Vitória incluía a Rodosol e a Terceira Ponte, onde, segundo o empresário, havia trânsito e interdições. Com a dificuldade de deslocamento, outras equipes policiais também passaram a auxiliar o casal.

Eduardo contou que uma equipe da polícia de trânsito participou da ação e que uma viatura descaracterizada também teria ajudado durante a passagem pela Terceira Ponte. Ele afirmou acreditar que esse segundo veículo pertencia à Polícia Civil.

A sucessão de equipes acompanhando o automóvel fez com que o empresário descrevesse o deslocamento como um “comboio”. O objetivo, segundo o relato, era permitir que o casal chegasse ao hospital antes do nascimento da criança.

Quando chegaram à unidade de saúde, Camilly estava com 8 centímetros de dilatação. O parto ocorreu no hospital, conforme o relato apresentado pelo casal.

Já na unidade, Eduardo reconheceu um dos policiais que havia participado da escolta. Segundo ele, o agente era uma pessoa conhecida de sua época no Exército, onde os dois haviam servido juntos.

Depois do nascimento do filho, o empresário conseguiu o contato do policial e decidiu agradecer pela ajuda recebida. A experiência também levou Eduardo a publicar o relato nas redes sociais, acompanhado de agradecimentos à Polícia Militar e à equipe da Força Tática.

Na publicação, o empresário afirmou que, sem o auxílio recebido, havia a possibilidade de o filho nascer durante o deslocamento para o hospital. Ele também destacou a atuação dos agentes e disse que decidiu compartilhar o episódio como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado durante o atendimento.

Eduardo afirmou ainda que considerou a participação dos policiais importante para que a esposa e o filho chegassem à unidade de saúde durante aquele momento.

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